Baronesa do Ribeirão, o site Family Search e a Mula Hannibala, manifesta uma Nefasta da Genealogia, em seus quatro tipos.




O site Family Search, da Igreja dos Santos dos Últimos Dias é um grande avanço para os genealogistas. 

No passado qualquer pesquisa necessitava de muito tempo e deslocamentos. Hoje graças a disponibilidade da documentação ali disponível, com simples cliques a pesquisa que no passado seria quase impossível de se conseguir está ao alcance em minutos. 

O site também dispõem a qualquer pessoa, a possibilidade de montar uma arvore genealógica online, mas o que no entanto, tem me afigurado como algo que será inteiramente nefasto para os genealogistas e a genealogia no futuro. 

Como o papel que tudo aceita, a internet também aceita, e a tal arvore online do Family Search,  permite que qualquer dado ali seja lançado, tanto por erro como para engano dos incautos. 

A Genealogia por sua vez, tantas vezes erradamente usada para engrandecer miúdos, atrai também uma série de perturbados mentais que não conseguem fazer uma abordagem isenta de vaidade, de mentiras e burrices num estudo que não tem pretensões, mistérios ou dificuldades para se chegar a finalidade de elencar gerações com acerto de maneira preservar a memória e informações de grupos de parentes. 

Nessa classe dos PERTURBADOS MENTAIS atraídos pela genealogia creio que posso me dar o direito, depois de participar desse meio dos interessados no assunto, e observar (e ser observado também) por mais de meio século, as figuras que nesse meio transitam, e fazer uma divisão entre os tipos sérios e não sérios, e repartir estes segundos em vários segmentos, para melhor os identificar: 

1 - os loucos, 
2 - os roedores de canelas de defuntos, 
3 - os falsários mal intencionados,
4 - os ignorantes empacados. 

Essa sub divisões podem se estender indefinidamente, basta aparecer alguém que faça algo em que se perceba má fé ou erro proposital na manipulação, distribuição e informações dos dados. 

Por mais de duas décadas eu juntamente a Dra. Vilma Dutra Novaes perseguimos os dados da família de um pioneiro povoador das terras de onde hoje estão a cidade fluminense de Vassouras.  Em 1991 publicamos umas informações que finalmente acertavam o que até então informavam sem má fé, mas completamente erradas. Eram ainda dúvidas e suposições que foram TODAS posteriormente confirmadas. 
Acrescentamos nessa pesquisa os dados que constavam de 3 antigos inventários, um que hoje está no Arquivo Histórico da Cidade de Vassouras, e dois que estão no Arquivo do Judiciário do Rio de Janeiro, originados na comarca de Valença. Na Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro localizamos um processo para o casamento do casal em questão, já idoso, e depois que ela ficou viúva.

A estes dados foi acrescentada, a partir da ligação feita pelo genealogista Carlos Rheinganthz, a origem cristã-nova da mulher do povoador de Vassouras. Ela de antiga família carioca.  Essa revelação do sangue judeu foi o quanto bastou para um descendente anti semita do casal, (que por sinal descendente esse que tem perfeita cara de macaco) e que do casal pioneiro de Vassouras descende por varonia, indignar-se e atacar o trabalho e seus autores. 

Como nessa época o Cara de Macaco mantinha contato social com os autores, foi ardilosamente, pelos bastidores insuflar a figura da MULA em questão, que encarna os quatro tipos nefastos acima, ou seja o perturbado, (ou talvez a pertubicha?) que imagina-se detentor de toda sabedoria infalível, e por extensão pensa ser o centro de toda a genealogia do mundo, já que igual a rainha da Inglaterra ou a Papisa Joanna, indica-se na terceira pessoa, em cada perfil do site Family Search, em que acrescenta seu nome, como se referência fosse muito importante. Assim engana as pessoas incautas que tenham a infelicidade de passar antes por ele ( ou ela)  para acessar os ancestrais e parentes que por misérias do mundo tenham a má sorte de dividir alguma ancestralidade com essa cavalgadura velha, a mula Hannibala. Que na realidade é só um louco engraçado com cara de idiota, que mantém um site próprio, verdeira colcha de retalhos de erros e cretinices, que serve-lhe de cenário para exibir o umbigo sujo e desfiar as baboseiras que escreve em busca de apanágios fúteis enquanto vai faminto mamando o tutano dos ossos dos infelizes defuntos que tem predileção e lhe dão oportunidades de enganar os novatos e os incautos da genealogia vassourense. 

Não lhe daria essa satisfação de ser alvo de minha atenção aqu. Mas como está  costumeiramente alterando os dados da genealogia que tanto tempo custou para ser acertada, ganha essa minha atenção especial.  

No site do Family Search, na personagem em questão; a Baronesa do Ribeirão, eu ponho as informações de dia e ele imediato deleta e troca pelas informações erradas onde ele quer brilhar feito uma estrela, só que mula murcha de estrela apagada e decadente. Então, não me resta vir aqui deixar registrado para caso algum dia alguém se interesse por esta genealogia e assim dessa maneira tenha chance de não entrar na furada de seguir as informações erradas que ela propala estrumando na medida que trota. 

Seguem os textos que a Mula Hannibala recusa, e no fim as duas provas documentais que provam o acerto das minhas afirmações dobre a genealogia em questão : 




Baronesa do Ribeirão. Ana Barbosa de Sá. 




Um erro de alguns genealogistas do passado levantou uma polemica sustentada por ignorantes da história da família dos primeiros povoadores da cidade de Vassouras. O nome de José de Avellar e Almeida (Barão de Ribeirão) e sua mulher ANA BARBOSA DE SÁ (Baronesa do Ribeirão), aparecem nos dois inventários que procederam em VALENÇA, por ocasião da morte dos pais da mesma baronesa do Ribeirão, ou seja FRANCISCO RODRIGUES BARBOSA e MARIANA ROSA DE JESUS ( MENDONÇA FURTADO), proprietários da Fazenda do Bananal, de Rio das Flores, outrora a Vila de Santa Teresa de Valença. A despeito de Francisco Rodrigues Barbosa ser filho (natural, como todos os outros 4 irmãos) de Francisco Rodrigues Alves e de sua mulher Antônia Barbosa de Sá, ter nascido e ter sido herdeiro de terras em Vassouras, ele junto de seu irmão Jacintho Alves Barbosa, (o futuro Barão de santa Justa), se deslocaram para região do Rio das Flores onde se estabeleceram e fundaram fazendas. Como a baronesa do Ribeirão, filha primogênita do casal, ela ficou casada na vila de Vassouras enquanto sua família se desenvolveu na vila de Santa Teresa de Valença. Isso no entanto não impediu que continuasse a participar da vida de seus irmãos e pais. Vide nos documentos o convite para sua missa, por seu irmão o Barão de Santa Fé e os diversos casamentos entre parentes que ocorreram e estão aqui adiante registrados. O nome dos dois Francisco (RODRIGUES ALVES & RODRIGUES BARBOSA) pai e filho, por ignorância se fundiram num só. Isso hoje está claríssimo a quem desejar conhecer a verdade. O General Lúcio Correa e Castro colheu este erro, que foi seguido pelo grande genealogista FRANCISCO KLORS WERNECK, que antes de morrer cientificado do erro, providenciou uma publicação mimeografada que distribuiu, onde acertou a história dessa família. Qualquer coisa alem disso é um intriga sórdida, promovida pelo despeito de um cidadão ignorante e alheio a verdade histórica e documental. Infelizmente este que é de fora diretamente desta parentela, já que é pretenso descendente de colaterais do Barão do Ribeirão, e que viveram por gerações afastados do núcleo geográfico onde esta gente antiga vassourense viveu e morreu, vem informando errado a respeito dessa antiga família, e por possível má fé, estragando a história dessa titular, de seus pais e irmãos. Deveria ser proibido aqui que as pessoas colocassem links em busca de apanágios fúteis, ligando o próprio nome anônimo a um passado que não lhe pertence. Roberto Menezes de Moraes


Barão do Ribeirão: José de Avellar e Almeida.


José de Avellar e Almeida provém dos mais antigos habitantes da região fluminense de Sacra Família de Tinguá, que no século XVIII incluía as terras onde se demarcaram dentre outras as sesmarias de Vassouras, Rio Bonito e Mato Dentro. Mas essa antiguidade não lhes conferia diferença alguma; era uma família como as outras, só que ficou antiga na região vassourense. 

Seus pais e avós partiram da freguesia de São Pedro da Ponta Delgada, na ilha das Flores, Açores. Premidos pela exiguidade das terras, a fome e a pobreza, eles se deslocaram para o Brasil a chamado de um "tio abastado" que os precederam. Eram pessoas toscas, sem nobreza nenhuma, e mesmo em gerações mais remotas, eles na realidade eram originários da minuscula ilha vizinha, do Corvo, (defronte a freguesia da Ponta Delgada).

A ilha do Corvo foi colonizada por negros, escravos africanos para lá levados por seu primeiro Capitão Donatário e desde sempre sofreu por excesso populacional e fome. Menos que uma ilha, em que pese sua beleza natural, é um ilhéu, já referido em mapas antigos, como um rochedo anexo a ilha das Flores. Ali todos eram Coelho, Fraga e Valadão, como os ancestrais do Barão do Ribeirão. Habitavam casebres de pedra cobertas de palha, sem mesmo janelas de vidraças. Não usavam sapatos no verão e nos dias de chuva rústicos tamancos, o que era um luxo. A lha do Corvo não tem florestas que produza madeiras. Maior parte dos corvinos eram analfabetos. Viviam de uma pequena lavoura de subsistência e da pesca. Eram exímios baleeiros. As mulheres em épocas de escassez alimentar cozinhavam algas e a família que tinha um porco para matar no natal e comer durante um ano inteiro era considerada abastada. 

No Brasil, com muito tirocínio, trabalho escravo e abundância de terras cultiváveis eles prosperaram, primeiro com a cultura do anil e depois com o advento do café, que os proporcionou enricarem estupidamente. 

Possuíam tantas terras que na fazenda do Mato Dentro, Ribeirão ou Providência, se intentassem por devaneios, como dizem os lisboetas; enfiar o "rochedo" ancestral do Corvo dentro, este não conheceria a dificuldade que tem o largo do Paço para adentrar na Bestega. 

No entanto, a riqueza que permitiu uma série de ostentações de opulência, durou poucas gerações. Os que nunca estiveram no centro dessa fortuna e poderio financeiro, foram os que mais cedo se retiraram. É sabido que eles protegiam a fortuna familiar, com casamentos endogâmicos, quase que incestuosos, mas isso hoje serve para indicar que para essas uniões eles se escolhiam com o particular critério ( hoje reprovável) de "melhores", numa seleção em que quanto mais Avellar, mais apto se estava para casar com outro Avellar, e os da família central, os desse prestígio, por fim tinham 3 ou 4 avós do mesmo sangue. Já os da parentela periférica que ia ficando cada vez mais extensa e anônima, menos dotados de atributos de fortuna ou inteligência, eram como que desterrados. Uns foram para Valença, onde se aliaram com outros anônimos Silvas, e depois, com os fundilhos furados, foram retirantes para as terras novas do interior do estado de São Paulo onde casaram maior parte das vezes em mezza-aliance com os novos colonos italianos, guardando e usando para se casarem com os italianos, essa vaga lembrança da opulência dos já longínquos parentes. 

O barão do Ribeirão levantou no período da próspera riqueza, no local onde estava a primitiva morada rústica de seus pais, o imponente casarão, assobradado, ao gosto neo-clássico que é um marco ainda hoje visível, do que foi o luxo do café, evidente que apoiada sempre na força do braço escravo. 

José de Avellar e Almeida casou com uma parenta, da mesma parentela de seus pais e avós da freguesia de São Pedro da Ponta Delgada, tiveram muitos filhos que estão adiante descritos. Igual a ele, três de seus filhos foram titulares do império e a riqueza do café vassourense permitiu o mesmo acesso a uma nobreza brasileira nova e não hereditária, a diversos outros parentes. Não tinham brasão nenhum de família. Nas armas novas que usaram a abelha significa o trabalho duro que tiveram para abrirem com seus cativos, diversas fazendas pioneiras. 

Quando morreu a imprensa vassourense ao dar a notícia ressumiu o que foi o percurso de sua vida: caracter, probidade, filho de pais lavradores e pioneiros, na lavoura ter sido educado, chefe de numerosa família e um respeitado ancião da comunidade. Tudo mais alem disso que se diga é frivolidade de quem busca com penas artificiais transformar um macuco em pavão. Deixou uma descendência direta enorme, com pessoas suficientemente distintas para que hoje se dispense que ele seja referendado como tio ancestral de distantes estranhos com falsas pretensões aristocráticas.


PROVAS:


Convite do irmão da Baronesa do Ribeirão para a missa de sétimo dia .























Epitáfio da sepultura da mãe dos Barão de Santa Fé e (por extensão lógica) Baronesa do Ribeirão. 

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PS. Quem quiser reparar o meu estilo tantas vezes criticado, fique bem a vontade, que mal nunca me fez ser criticado, mas antes de reprovar que procure conferir no site do Family Search as vezes que a perturbicha HANIBALA alterou o perfil dos dois infelizes titulares lá no site, onde por sorte fica tudo registrado e para sempre.   





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